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  • Bar Boy, 2019

    Salman Toor

    Paquistão

    Por que a escolha?

    Salman Toor desafia ideias tradicionais de gênero, sexualidade e raça em uma obra pictórica que apresenta homens queer e de cor no contexto da diáspora da cidade de Nova York. Toor, que nasceu no Paquistão em 1983 e mora e trabalha nos Estados Unidos, cria em suas pinturas universos imaginários que fazem parte da vida íntima de imigrantes homossexuais para quem a solidão e a humilhação são o preço a pagar pela sua origem étnica e sua orientação sexual.

    The Beating e Night Capture relatam a violência homofóbica e a discriminação; Bar Boy, The Green Room, Four Friends e Untitled retratam os encontros, os afetos e os prazeres que ocorrem na vida noturna da cidade em espaços privados ou em bares LGBTQ. Mommy e Boy with Neck Chain representam momentos da infância relacionados à questão da identidade de gênero. O menino que vemos refletido em um espelho, observando a mãe que se maquia, em Mommy, será o menino mais velho que reproduz as ações maternas diante do próprio espelho em Boy with Neck Chain.

    O feminino e o masculino, a imigração, a marginalização racial e sexual, a vulnerabilidade, a fantasia e o desejo de pertencer à comunidade fazem parte da experiência queer vivida pelos personagens magros e curvados das pinturas de Toor. Experiências que o artista compartilha com os personagens de uma obra que ele mesmo denominou de autoficção.

    Ficha técnica

    Mommy, 2021

    Boy With Neck Chain and Plant, 2021

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